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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Martin Luther King


Há 40 anos, era assassinado o ativista político americano, Martin Luther King. Ele foi um dos mais importantes líderes do ativismo pelos direitos civis (para negros e mulheres, principalmente) nos Estados Unidos e no mundo, através de uma campanha de não-violência e de amor para com o próximo. Se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz, em 1964, pouco antes de seu assassinato.

King era seguidor das idéias de desobediência civil não-violenta preconizadas por Mahatma Gandhi e aplicava essas idéias nos protestos organizados pelo CLCS. King acertadamente previu que manifestações organizadas e não-violentas contra o sistema de segregação predominante no sul dos EUA, atacadas de modo violento por autoridades racistas e com ampla cobertura da mídia, iriam criar uma opinião pública favorável ao cumprimento dos direitos civis; e essa foi a ação fundamental que fez do debate acerca dos direitos civis o principal assunto político nos EUA a partir do começo da década de 1960.
Martin Luther King organizou e liderou marchas a fim de conseguir o direito ao voto, o fim da segregação, o fim das discriminações no trabalho e outros direitos civis básicos. A maior parte destes direitos foi, mais tarde, agregada à lei estado-unidense com a aprovação da Lei de Direitos Civis (1964), e da Lei de Direitos Eleitorais (1965).
King era odiado por muitos segregacionistas do sul, o que culminou em seu assassinato no dia 4 de abril de 1968, momentos antes de uma marcha, num hotel da cidade de Memphis. James Earl Ray confessou o crime, mas anos depois repudiou sua confissão.


sexta-feira, 7 de março de 2008

8 de março - Um dia para relembrar

Uma singela homenagem a todas as mulheres que fazem desse mundo um lugar melhor para viver. 8 de março, um dia para relembrar a luta das mulheres pelos direitos iguais.


domingo, 24 de fevereiro de 2008

Direito de voto feminino completa 76 anos no Brasil



Faz só 76 anos que a mulher brasileira ganhou o direito de votar nas eleições nacionais. Esse direito foi obtido por meio do Código Eleitoral Provisório, de 24 de fevereiro de 1932. Mesmo assim, a conquista não foi completa. O código permitia apenas que mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras com renda própria pudessem votar.

As restrições ao pleno exercício do voto feminino só foram eliminadas no Código Eleitoral de 1934. No entanto, o código não tornava obrigatório o voto feminino. Apenas o masculino. O voto feminino, sem restrições, só passou a ser obrigatório em 1946.

Em Goiás, a professora Almerinda Arantes (foto) foi a primeira eleitora goiana, requerendo seu título e fazendo valer a sua luta. Também foi a primeira mulher eleita. Foi Deputada Estadual, nas legislaturas de 1955-1959, 1959-1963 e Deputada Estadual (1963-1967).

Fontes:
http://www.familia.arantes.nom.br/index.php?pg=homenagem
Folha online